Vídeo: O Que a Física me Ensinou sobre Marketing?

Por Léo Cid Ferreira em 1 de setembro de 2010 às 3:11 PM

Este post é só para quem fala inglês, mas é muito legal e interessante. O Dan Cobley, que é diretor de marketing do Google, fala no TED TALK de Julho fazendo um paralelo muito criativo e inteligente entre a física e o marketing. Espero que gostem! Abs, Léo Cid Ferreira

Matéria sobre e-Commerce com a AD.Brazil no IDGNow

Por Léo Cid Ferreira em 31 de agosto de 2010 às 5:51 PM

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

Fantasma do carrinho de compras abandonado assombra e-commerce

Por Robinson dos Santos, do IDG Now! Publicada em 31 de agosto de 2010 às 08h20.

Crescimento explosivo do setor no Brasil poderia ser ainda maior se tantos carrinhos não fossem largados; especialista aponta possíveis causas.

Um fantasma assombra o potencial de crescimento do e-commerce no Brasil: o carrinho virtual de compras abandonado na boca do caixa.

A julgar pelos números, o comércio eletrônico verde-amarelo vai bem. Segundo números do relatório “WebShoppers”, elaborado pela e-bit com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o setor faturou 6,7 bilhões de reais nos seis primeiros meses do ano, 40% a mais que o resultado do mesmo período de 2009.

Se as expectativas estiverem corretas, o setor fechará 2010 com um faturamento de 14,3 bilhões de reais, o que representaria 35% de aumento em relação a 2009.

É verdade que, em termos absolutos, se comparado aos EUA, é um mercado modesto. Por lá, o comércio eletrônico faturou 129,8 bilhões de dólares em 2009 (cerca de 230 milhões de reais), de acordo com a empresa de pesquisas na web comScore.

Mas o resultado brasileiro poderia ser bem maior se não fosse a alta taxa de abandono do carrinho virtual antes da finalização da compra – um fenômeno que vem exigindo um bom esforço das lojas virtuais. “Em geral, de cada cem pessoas que visitam uma loja, 20 a 25 decidem carregam um carrinho de compras mas só duas ou três realmente compram os itens que escolhem”, estima o CEO da agência de marketing digital AD.Brazil, Leo Cid Ferreira.

Peneira severa

Os números revelados da AD.Brazil sintetizam a experiência de seus clientes, empresas de comércio eletrônico que vendem de 50 mil a milhões de reais. Nessa base, que inclui nomes como Riachuelo, SBT, Banco PanAmericano, Jequiti e Hope, entre outros, 52% dos que carregam um carrinho vão embora antes do login. E, dos 48% que passam pelo login, a metade abandona a compra antes da confirmação da entrega.

“Nos Estados Unidos, a competição é muito maior. Mas a confiança no sistema também, pois o mercado é mais antigo e todos conhecem as ferramentas de pagamento, como o Google Checkout e o PayPal”, ressalta Ferreira. “Aqui, com exceção dos sites grandes, as pessoas têm medo (de comprar).”

Embora o principal trabalho de uma agência como a AD.Brazil seja trazer audiência qualificada – via campanhas de publicidade em buscas, e-mail marketing e ações em redes sociais –,ela também ajuda na tarefa de fazer com que essas pessoas sejam bem recebidas pelas lojas virtuais. “Se muita gente abandona o carrinho na hora do login, por que isso acontece? Nós temos como descobrir”, conta o CEO.

Não é só no Brasil que o abandono de carrinhos em lojas virtuais têm tirado o sono dos empresários. Em um estudo recente, revelado em maio, a empresa de pesquisas Forrester Research estimou que, apesar dos avanços no design de interface e no conforto do ato de comprar, 88% dos consumidores online americanos abandonam seus carrinhos – mesma porcentagem de cinco anos atrás.

Desafios locais

Os principais motivos para o abandono dos carrinhos americanos, segundo a Forrester, incluem preço elevado do frete, comparação de preço e usabilidade com outras lojas e mudança de ideia. Mas, por sua experiência, Ferreira incluiria alguns itens específicos do mercado brasileiro.

“Uma razão a mais para desistir da compra no Brasil é o prazo de entrega”, conta. “Alguns lojistas dizem ‘não sei se consigo despachar o produto em um dia útil’. Mas reduzir o prazo em um dia útil, nem que seja para algumas praças, já é um grande diferencial. Um cliente conseguiu reduzir esse prazo de cinco dias para um e viu suas vendas aumentar em 32%.”

Outro motivo de abandono dos carrinhos, segundo Ferreira, é o tipo de pagamento. “Se duas lojas cobram o mesmo preço, então eu vou escolher a que me dá mais prazo.”

Com tantos detalhes no processo de compra online, seria possível detectar a existência de ‘ratos de lojas virtuais’, ou consumidores especialistas em compras de comércio eletrônico? “Não dá para detectar com certeza”, diz o CEO. “O fato é que todo mês aumenta o número de usuários que retornam. Na primeira vez, eles são trazidos pela publicidade. Depois, eles vêm direto, digitando o nome do site.”

Ferreira lembra que o crescimento do número dos compradores que retornam é relativamente maior que o das vendas, embora não tão grande como nos EUA. “Isso para nós quer dizer que ele gostou da experiência e criou fidelidade”, diz.

Estratégias

E o que fazer com o comprador que desistiu da compra e que você sabe quem é? “Todo processo de compra chega numa tela que pergunta se o comprador já é cadastrado e, em caso negativo, convida ao cadastramento, solicitando o e-mail e o CEP. É na continuação desse cadastramento que muitos desistem”, avalia Ferreira.

Mas é nesse ponto que a empresa já tem o e-mail do comprador, bem como o carrinho que foi abandonado. O executivo sugere que o ideal, aqui, seria que a empresa guardasse o carrinho e enviasse, por e-mail, um lembrete com uma nova oportunidade de compra – e, quem sabe, algum atrativo adicional. “O que pode ser feito é oferecer a reativação do carrinho com 5% ou 10% de desconto ou frete grátis. E dá certo.”

Por fim, Ferreira lembra que o processo de compra online não é só online. “O comprador precisa ter uma boa experiência de compra on e offline. Só assim ele voltará”, considera.

3 Dicas para quem esta re-fazendo ou re-criando um site

Por Léo Cid Ferreira em 30 de agosto de 2010 às 5:29 PM

Se você ou sua empresa esta passando por um processo interno para refazer um site, aqui vão 3 dicas simples que podem fascilitar esta tarefa:

1. Cuidado com páginas pesadas que demoram para carragar

Um estudo feito recentemente pela Forester Research mostrou que 2 segundos é o tempo aceitável pelo usuário para esperar um site carregar. Sites que demoram mais do que isso para carregar perdem vendas e 40% dos pesquisados deixam o site caso ele demore mais de 3 segundos para carregar. Claro que este estudo foi feito nos EUA e que lá a velocidade da internet é muito maior que a nossa aqui no Brasil. Mas o que vale aqui é o princípio, e não os números.

2. Aonde está o campo de busca?

Ninguém deve ter que ficar procurando pelo campo de busca no seu site (especialmente quando se trata de um e-commerce). O usuário deve achá-lo rapidamente. Veja o exemplo abaixo:

3. Muita opção não é bom!

Eu sempre prego a favor de ter muito conteúdo, mas CUIDADO com a poluição visual. Quando o usuário entra na sua página, deixe claro para ele aonde você quer levá-lo… Ter vários botões piscando ou muita imagem com cores diferentes não são receitas boas para a usabilidade do seu site. Segue um exemplo de um site poluido:

Pesquisa: Quais são os Objetivos do SEO

Por Léo Cid Ferreira em 26 de agosto de 2010 às 1:31 PM

O SEO (search-engine optimization) tem se mostrado uma ferramenta muito efetiva quando falamos em marketing digital. Mas afinal, qual é o objetivo final de “fazer SEO”? Em outras palavras, por que investir nisso? A Marketing Sherpa, uma empresa de pesquisas norte-americana, realizou recentemente uma pesquisa com 2.194 empresas que investem em SEO. A pergunta foi a seguinte: “Na sua experiência com SEO, o quão efetivo tem sido esta ferramenta quando se fala em resultados alcançados para a sua empresa?”

Vejam os resultados acima.

Não é nenhuma surpresa que em 1º lugar está o aumento no tráfego do site e vale a pena ressaltar que apenas 25-30% dos entrevistados são empresas de e-commerce e por isso que o aumento no número de vendas online é baixo.

E você, investe em SEO? A AD.Brazil tem uma equipe dedicada de redatores e coordenadores de SEO para atender você e sua empresa. Fazemos tanto o “on-page SEO” quanto o “off-page SEO”. Caso queira conversar sobre isso, entre em contato conosco. Um abraço,

Leonardo Cid Ferreira

Agência Digital AD.Brazil cria o novo site da Vidax

Por Léo Cid Ferreira em 25 de agosto de 2010 às 2:39 AM

A agência digital AD.Brazil, que atende a Vidax (um dos maiores call centers do país), criou o novo site da empresa. Confira o resultado aqui: http://www.vidax.com.br/

Abraços, Leo Cid Ferreira

Agência Digital AD.Brazil Contrata: Gerente de Tráfego

Por Léo Cid Ferreira em 25 de agosto de 2010 às 6:58 PM

Descrição:

Responsável por todo o tráfego de trabalhos da agência. Possui um controle diário de todas as tarefas e prazos de trabalhos e realiza a distribuição interna para os colaboradores com o perfil correto.

Atividades:

Gerenciar as demandas da agência e ser a ponte entre o atendimento, mídia e produção;

Alocação de colaboradores;

Recebimento de trabalhos;

Envio de trabalho para colaboradores;

Acompanhamento de producão;

Treinamento de novos colaborares e usuários;

Antecipação e previsão de trabalhos.

Pré-requisitos:

Mínimo de 2 anos de experiência com gerenciamento de equipes;

Mínimo de 12 meses de experiência em agência online;

Pró-ativo(a), organizado(a) e dinâmico(a);

Excelente relacionamento interpessoal;

Experiência em ferramentas de organização de trabalhos (ex: Basecamp).

Os interessados deverão enviar currículo para: vagas@adbrazil.com.br , mencionando no assunto o nome da vaga.

Agência Digital AD.Brazil Contrata: Coordenador de Mídia Social

Por Léo Cid Ferreira em 25 de agosto de 2010 às 6:56 PM

Descrição:

Desenvolvimento de projetos de internet como foco em ações de relacionamento através de ferramentas da web.

Atividades:

Planejar, coordenar e executar ações de mídia social para os clients da agência;

Gerenciar equipe de mídia social da agência;

Gerenciar as marcas dos clientes da agência nas principais redes sociais;

Elaborar relatórios mensais das atividades.

Pré-requisitos:

Mínimo de 12 meses de experiência com planejamento e execução de mídia social para grandes marcas;

Visão analítica de resultados (business intelligence);

Criatividade;

Boa fluência verbal e escrita;

Excelente relacionamento interpessoal;

Dinamismo, iniciativa, flexibilidade e liderança.

Os interessados deverão enviar currículo para: vagas@adbrazil.com.br , mencionando no assunto o nome da vaga.

Agência Digital AD.Brazil Contrata: Atendimento Júnior (1 vaga)

Por Léo Cid Ferreira em 25 de agosto de 2010 às 6:51 PM

Descrição

Estabelecer relacionamento de confiança entre agência e o cliente. Documenta a conta, verifica pendências gerais, supervisionando trabalhos em andamento dos seus clientes.

Atividades:

Follow-up (acompanhamento) das pendências;

Elaborar os pedidos aos departamentos competentes;

Documentar reunioes (relatórios de visita – ata de reunião);

Avaliar diversas áreas do trabalho e discutir resultados.

Pré-requisitos:

Mínimo de 6 meses de experiência com atendimento de contas on-line;

Entendimento das principais atividades de uma agência online (SEM, SEO, Midia Social, Criação e Desenvolvimento);

Excelente comunicação interpessoal;

Usuário avançado de Internet;

Experiência na elaboração de cronogramas de entrega.

Os interessados deverão enviar currículo para : vagas@adbrazil.com.br , mencionando no assunto o nome da vaga.

Brasil é o País que Mais Cresce no Facebook

Por Léo Cid Ferreira em 25 de agosto de 2010 às 2:56 PM

Apesar da penetração do Facebook no Brasil ainda ser muito baixa (2,8%), o Brasil é o país que mais cresceu no site em termos percentuais no mundo. A taxa média de crescimento é de 10-12% ao mês e ao que tudo indica, o Facebook será em menos de 12 meses, maior que o Orkut aqui no Brasil.

Só no mês de Julho, o Facebook no Brasil ganhou mais de 576 mil usuários, crescendo mais de 12% referente ao mês anterior.

Na minha opinião, isso esta acontecendo por 3 razões: (i) o Facebook tem ótimas ferramentas de privacidade, coisa que o Orkut ainda perece; (ii) o Facebook agora esta na língua Portuguesa, o que permite a entrada de pessoas que não dominam o Inglês; e (iii) o Facebook possue ferramentas que nenhuma outra rede social possue, como por exemplo a criação de eventos, páginas especiais para empresas, integração com o Twitter, tag de fotos, entre outras…

O grande desafio para esta rede social no Brasil será conseguir a migração dos usuários assíduos do Orkut (principalmente classes B, C e D) para o Facebook. Mas se eu tivesse que apostar em qual será a maior rede no Brasil em 12 meses, apostaria no Facebook por uma simples razão: a tecnologia e usabilidade são infinitamente melhores.

E você? Quem você acha que ganha esta batalha? Abs,

Léo Cid Ferreira

O que torna a Mídia Social confiável?

Por Léo Cid Ferreira em 24 de agosto de 2010 às 1:53 PM

Fóruns e relacionamentos afetam a forma como os usuários de mídia social veem as orientações

Uma coisa que torna o marketing de mídia social poderoso é a confiança dos consumidores em “gente como eles” – seus amigos, família e outros colegas online. Os publicitários querem explorar essa confiança através do poder da mídia livre ou mantendo uma comunicação com os consumidores, mas onde as conversas sociais ocorrem há um efeito em sua confiabilidade percebida, assim como quem está participando nas mesmas.

Um estudo com usuários frequentes de mídia social, feito pela empresa de pesquisa de mercado Invoke Solutions, concluiu que as informações mais confiáveis eram postadas por pessoas que tinham conhecimento. No entanto as postagens em blogs eram mais propensas a ser “completamente” mais confiáveis do que as postagens no Facebook, e a confiança caiu abruptamente quando chegou a vez do Twitter, mesmo entre amigos.

Postagens de marcas ou empresas eram menos confiáveis, mas os níveis eram similares caso as empresas postassem no Facebook ou em blogs. Sites de comunidades online não obtiveram a mesma confiabilidade do Facebook ou dos blogs, fossem as postagens fossem feitas por empresas ou por parceiros associados, e os questionados demonstraram um olhar ainda mais cético para os blogueiros independentes. E em todas as categorias de criador de conteúdo, os fluxos do Twitter apresentaram confiança inferior às outras mídias.

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Questionados a avaliar o que era mais importante para tornar confiáveis os sites sociais, as principais preocupações dos usuários foram que o diálogo fosse aberto a comentários tanto positivos quanto negativos, a qualidade de conteúdo e a receptividade do criador de conteúdo. Isso tudo aponta para melhores práticas para empresas participantes em mídia social, as quais devem mostrar que estão dispostas a lidar com as queixas dos consumidores de forma construtiva e estejam autenticamente envolvidos na comunicação com os visitantes de sites sociais.

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Outros sinais aparentes de autenticidade, no entanto, tiveram menor importância para os usuários, incluindo o tempo de participação e o número de participantes.

Artigo publicado pela eMarketer no dia 12 de Agosto de 2010.